Empresa especializada em embalagens sustentáveis trabalha em consciência da gestão de resíduos

Tomando como base os preceitos da Economia Circular – redução, reutilização, recuperação e reciclagem de materiais e energia, visando criar novos fluxos circulares para esses insumos – a multinacional americana Avery Dennison, especializada em materiais para rótulos e comunicação visual, tem como meta de Sustentabilidade reutilizar, reaproveitar e reciclar 75% dos resíduos gerados em sua cadeia de autoadesivos, até 2025.

Como parte de suas iniciativas para o alcance desta meta, a companhia, em parceria com a Rever Polpel, desenvolveu um projeto para transformar seus resíduos de liner papel em polpa celulósica, que é usada como matéria-prima para a produção do papel toalha utilizado em toda a sua planta no Brasil (cerca de 3,8 toneladas de papel toalha por ano).

A iniciativa está integrada a outro projeto desenvolvido localmente pela empresa, para a coleta seletiva de resíduos de sua cadeia de autoadesivos nos convertedores – clientes da Avery Dennison, onde os rótulos de produtos são impressos – e também nos clientes finais – aquelas indústrias que envasam e rotulam suas embalagens. O chamado Programa Circular está sendo oferecido para garantir que os resíduos gerados nestas produções possam ser coletados, de forma correta, encaminhados à Polpel para reciclagem e tratamento do liner, e envio da polpa celulósica para a Rever Polpel, que posteriormente faz a comercialização dos produtos reciclados, fechando assim, o ciclo da logística reversa.

“Pensamos a Sustentabilidade de forma 360º. Não adianta apenas dar a destinação correta aos resíduos gerados pela empresa e sua cadeia. É preciso reutilizar aquilo que for possível, resignificar, dar a esse material uma nova utilidade, pensando de forma circular, assim como acontece, naturalmente, em nosso ecossistema”, afirma Cecilia Mazza, Líder de Sustentabilidade da Avery Dennison América Latina. “A economia circular é um elemento chave para promover a dissociação entre o crescimento econômico e o aumento no consumo de recursos, relação tida por muitos ainda como inexorável”, completa Cecilia.

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